Fernanda Helen continua desaparecida e delegada disse não ter ainda pistas do paradeiro da menina.


Uma campanha nas redes sociais disponibiliza telefones e reforça buscas por menina desaparecida
 Todas as denúncias que ajudem na localização da estudante Fernanda Hellen Cabral, de 11 anos, podem ser realizadas através do Serviço de Emergência da Polícia Militar, telefone 190, ou através do Disque Denúncia 197. É o que orienta a Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Seds).
A estudante desapareceu na tarde de segunda-feira (7), no Alto do Mateus, em João Pessoa. Desde então, as polícias estaduais estão empenhadas no caso. Além das investigações da Polícia Civil, várias equipes da Polícia Militar, Polícia Florestal, além do Corpo de Bombeiros, estão trabalhando diretamente nas buscas.
Segundo a titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e Juventude da Capital, delegada Joana D'arc, apesar da intensa mobilização da população nas ruas e pelas redes sociais, agindo de forma solidária, muitos trotes estão sendo registrados pela polícia.
"Isso prejudica o andamento do trabalho, sem contar que é um crime previsto em Lei. Estamos dando continuidade às investigações, atuando de forma conjunta com todos os órgãos operativos da segurança e não vamos descansar até descobrir o paradeiro da estudante", afirmou a delegada.
As ligações para os números 190 e 197 são gratuitas e não é preciso se identificar.A Unidade de Polícia Solidária do Alto do Mateus também disponibiliza o serviço de Linha Solidária (8879-2590)
A menina foi vista pela última vez na tarde da segunda-feira (7) na saída da escola que estudava, no bairro Alto do Mateus. Em entrevista à TV Cabo Branco, a delegada disse que já colheu depoimentos de familiares e também ouviu funcionários da escola onde Fernanda estudava. Pelas investigações, a garota foi para escola, que fica a poucos metros de sua casa, buscar o boletim por volta das 15h da segunda-feira (7). De acordo com a Polícia Militar, a garota usava blusa rosa e short azul, comemorando a aprovação.
De acordo com o sargento Heriberto Farias, da Unidade de Polícia Solidária do bairro Alto do Mateus, a polícia já recebeu mais de 50 ligações informando o possível paradeiro da garota. Segundo o sargento, as informações  não são tratadas como trote. “Não são trotes, são pessoas que acham que realmente viram a menina, com base nas características físicas e trajes dela”, explicou o sargento.
 “A gente acredita que ela tenha tomado algum produto alucinógeno e está atordoada. Por isso ela não consegue chegar em casa. Teve gente que disse que que viu a menina na rua e comprou lanche para ela. Essa pessoa contou que a garota estava meio atordoada. Outras disseram que viram a menina entrando em um prédio e que ela parecia meio perdida”, disse.
A polícia disse que a família da garota contou que ela é uma menina caseira. “Conhecemos Fernanda. Ela é uma menina muito caseira, não tem costume de sair de casa sem avisar. A escola em que ela estuda é bem perto da casa dela, a menos de dois quarteirões. Conversamos com o pessoal da escola, o vigia falou que viu ela comemorando a aprovação e saindo do colégio, ele disse ainda que avisou para que ela tivesse cuidado no retorno”, relatou Maria da Penha, que é tia da garota.
Desde as 16h30 da segunda-feira (7), equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros trabalham em busca da garota. “A gente não perde a esperança de encontrar ela com vida”, disse o sargento.
Fonte: G1-PB
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RENASCER EM NOTÍCIA

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AGUINALDO SILVA - Radialista Profissional - 2.913 DRT-PB, 46 anos, servidor publico, natural de Mulungú-PB, radicado em Cabedelo-PB desde 1988, divorciado, pai de um casal de filho, produtor e ativista cultural, socialista por convicção, militante social, cultural e político em Cabedelo,  blogueiro, escreve no site www.cabedelonarede.com.br e no blog www.renasceremnoticia.blogspot.com
Ama os seres humanos e detesta a desigualdade social. "Se voce é capáz de se indignar com o sofrimento de seu semelhante, somos amigos" Frase de Che Guevara que tem como moldura em sua vida.
Atualmente trabalha na Casa da Cidadania de Cabedelo e busca ativar o movimento cultural do Renascer e interligar em rede, o terceiro setor de Cabedelo.
 
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