Geraldo Vandré: Um cantador injustiçado que merece todas as homenagens do Estado paraibano e de todos os brasileiros


Com esse novo formato e a nova proposta da Rádio Tabajara que tem a frente, como programador, o humorista paraibano Cristóvão Tadeu, bem que poderíamos resgatar e render uma merecida homenagem ao grande Geraldo Vandré que embalou e empolgou os brasileiros, principalmente, os engajados, nas décadas de 70, 80 e 90 e que, não sabemos por que, amarga um ostracismo violento e não justificado.
Tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente na residência do então vereador Carlos Barbosa CBS de Sousa, se não me falha a memória, em 1996. Já cansando de ver e traduzir em canções as injustiças que assolam o povo que trabalha e vive honestamente, tinha, naquele momento um semblante de angustia e decepção. Donos de letras encorajadoras como: Pra não dizer que não falei das flores e Aroeira, Vandré merece toda a nossa reverencia e nossa campanha para que o Estado lhe preste as homenagens devidas.
Geraldo Pedrosa de Araújo Dias o Geraldo Vandré, nasceu em João Pessoa PB em 12 de Setembro de 1935. Apresentou-se num programa de calouros na Rádio Tabajara de João Pessoa quando tinha 14 anos. Em Nazaré da Mata, Pernambuco, onde cursava o ginásio em internato, participou de alguns shows organizados para as missões. Foi para o Rio de Janeiro RJ em 1951, e nesse mesmo ano se apresentou no programa de calouros de César de Alencar, no qual foi desclassificado. Aproximou-se então de Ed Lincoln, que nessa época tocava com Luís Eça, na boate do Hotel Plaza, tentando cantar nos intervalos das apresentações. Em 1955, com o pseudônimo de Carlos Dias, defendeu a canção Menina (Carlos Lyra) num concurso musical promovido pela TV-Rio. Mais tarde, o encontro com o folclorista Valdemar Henrique abriu-lhe a oportunidade de se apresentar no programa da Rádio Roquete Pinto, usando o nome Vandré, que resultou da abreviatura do nome do pai, José Vandregisilo. Cursou a Faculdade de Direito, do Rio de Janeiro, época em que participou do Centro Popular de Cultura, da extinta União Nacional dos Estudantes, onde conheceu seu primeiro parceiro, Carlos Lyra.
Se você concorda que o Estado, através de seu aparato cultural, homenageei o nosso Geraldo Vandré, entre em nosso twitter @naldomcr e nos enviem uma mensagem.
Veja a seguir alguns vídeos com as letras de Geraldo e uma de suas recentes aparições em um show do Sargento Lago realizado em 09 de setembro de 2008, para cumprimentá-lo enquanto o artista cantava sua música "Pra não dizer que não falei das flores", no Lua Nova Arte e Bar, no Bixiga, em São Paulo/Capital.

Aguinaldo Silva
Renascer em Noticia
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AGUINALDO SILVA - Radialista Profissional - 2.913 DRT-PB, 46 anos, servidor publico, natural de Mulungú-PB, radicado em Cabedelo-PB desde 1988, divorciado, pai de um casal de filho, produtor e ativista cultural, socialista por convicção, militante social, cultural e político em Cabedelo,  blogueiro, escreve no site www.cabedelonarede.com.br e no blog www.renasceremnoticia.blogspot.com
Ama os seres humanos e detesta a desigualdade social. "Se voce é capáz de se indignar com o sofrimento de seu semelhante, somos amigos" Frase de Che Guevara que tem como moldura em sua vida.
Atualmente trabalha na Casa da Cidadania de Cabedelo e busca ativar o movimento cultural do Renascer e interligar em rede, o terceiro setor de Cabedelo.
 
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